Entenda a Verdade Sobre o Suicídio e não Morra Hoje

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Ao falar a verdade sobre o suicídio, serei bem direto: além de não descansar, quem se mata não terá paz. Não terá liberdade, não terá sossego e se você acha que não aguenta este sofrimento aqui na vida de matéria, acredite, no mundo espiritual vai ser muito pior.

Neste texto, vamos falar sobre o suicídio nesta perspectiva da realidade positiva, da realidade energética, que é o caminho da verdadeira vida.

Sabemos que a vida na matéria é uma vida aparente e aparências não são verdades. Uma vida de ganância, ambição, destruição, falsidades, guerras, mortes, competição a troco de nada, falsidades, enfim, a matéria é um conjunto de ruínas que está fora do natural, que é de energia.

Mas ninguém tem autorização, ninguém ter permissão da natureza e suas instâncias supremas para se matar. Quem assim proceder, vai sofrer muito após deixar a matéria e seguir o caminho no mundo espiritual.

Caso você tenha alguma dúvida, deixe sua opinião responderemos assim que possível.

Leia a Carta de uma Jovem que não Sabia a Verdade Sobre o Suicídio

sobre o suicidio Nesta carta que transcrevi abaixo, você vai ver como não está só em seu sofrimento. Milhares de pessoas sentem a mesma coisa. Sabe por quê? A verdade sobre o suicídio é a seguinte: a natureza mudou de fase, parou de alimentar o pensamento. Mas como vivemos artificialmente, ninguém percebeu e esta é a causa do sofrimento, do desequilíbrio e da angústia. Não é culpa sua, não é somente com você. Fique calmo ou calma. Milhares de pessoas estão sentindo isso. Você não está só! Olha a carta que esta menina escreveu e veja o que milhares de pessoas estão sentido por dentro: um vazio enorme.

“Olá papai, olá mamãe, bem, há essa hora vocês já devem ter encontrado o meu corpo, totalmente sem vida. E vocês com certeza querem saber o motivo que me levou a fazer isso… Dês da quarta série eu sempre fui zoada por ter um estilo diferente, e por agir de uma forma diferente.

Eles me zoavam todos os dias, me humilhavam e batiam em mim. Vocês não se importavam comigo, me diziam que eu era a grande imprestável. Vocês nunca me chamaram de filha ou de algum outro jeito carinhoso, sempre que se dirigiam a mim me chamavam de vadia. Lembra quando eu dizia que estava sentindo dores no peito e vocês diziam que não se importavam? Então… eu fui ao medico e descobri que tinha câncer. A vovó foi a única que se importou e me ajudou, e também foi a única em que eu realmente confiei. Tentei seguir em frente, tentei me tratar mesmo sem que vocês soubessem.

Eu tentei contar a vocês, mais vocês me desprezaram e não me deram uma única chance. Depois da morte da vovó, percebi que não havia motivos de continuar a viver. Eu não tinha amigos, eu não tinha família, eu não tinha amor. Eu sabia que não conseguiria viver assim, então essa foi a minha escolha. Eu não me arrependo do que eu fiz. Eu sofri demais, e sabia que minha hora tinha chegado.”

A causa de tanta angústia, de tanto sofrimento é a paralisação do pensamento. O pensamento terminou sua função e a natureza não está mais alimentando o pensamento de todos. Isso gerou o enfraquecimento, o desequilíbrio e a angústia, este vazio íntimo preenchido com um sofrimento que parece que terá fim apenas com a morte. Falar a verdade sobre o suicídio é vital. Quando fala-se sobre o suicídio, há certo romantismo e há quem veja como um ato de coragem. Na verdade, é um ato egoísta e covarde.

“E Quero Continuar Errando, Pois Jamais Serei Perfeita (Ainda Bem!)”

sobre o suicidio 1“Sou forte. Meio doce e meio ácida. Em alguns dias acho que sou fraca. E boba. Preciso de um lugar onde enfiar a cara pra esconder as lágrimas. Aí penso que não sou tão forte assim e começo a olhar pra mim. Sou forte sim, mas também choro. Sou gente. Sou humana. Sou manhosa. Sou assim. Quero que as coisas aconteçam já, logo, de uma vez. Quero que meus erros não me impeçam de continuar olhando para a frente. E quero continuar errando, pois jamais serei perfeita (ainda bem!).

Tampouco quero ser comum e normal. Quero ser simplesmente eu. Quero rir, sorrir e chorar. Sentir friozinho na barriga, nó no peito, tremedeira nas pernas. Sentir que as coisas funcionam e que tenho que trocar de jeito quando insisto em algo que não dá resultado. Quero aprender e, ainda assim, continuar criança. Ficar no sol e sentir o vento gelado no nariz. Quero sentir cheiro de grama cortada e café passado.

Cheiro de chuva, de flor, cheiro de vida. Aprecio as coisas simples e quero continuar descomplicando o que parece complicado. Se der pra resolver, vamos lá! Se não dá, deixa pra lá. A vida não é complicada e nem difícil, tudo depende de como a gente encara e se impõe. Quero ser eu, com minha cara azeda e absurdamente açucarada. Não quero saber tudo. Quero continuar mantendo o meu cérebro no lugar onde ele se encontra: meu coração. E essa é a melhor parte de mim.”. Clarissa é gaúcha, redatora publicitária e escritora e, nas horas vagas, nos ensina a viver melhor com palavras doces feita mel.

Viva a vida com calma, pois a calma é o alimento mais fino que existe. Dias melhores virão.

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Sobre 

Luiz é estudante de Cultura Racional dos Livros Universo em Desencanto, jornalista e rapper. Ouça nosso rap e baixe gratuitamente no Soundclod: https://soundcloud.com/filhosdoracionalsuperior

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