Cometer Suicídio é uma Falácia de Hollywood

Garota deprimida chorando
Compartilhe!

A história das duas famílias italianas que brigam e dois jovens vivem um amor proibido é conhecida mundialmente. Sobretudo o trágico final.

Um dos jovens finge que se mata, mas na verdade está em sono induzido, o outro se mata achando que seu grande amor tinha morrido.

Após acordar e ver a ‘m’ que fez, se mata também.

Cometer suicídio é vendido por Hollywood e diversos autores na história da humanidade como uma saída glamourosa.

Mentira, pois a vida não pertence ao ser humano.

Se pertencesse, ninguém a perderia, ninguém perderia a vida contra sua própria vontade.

Afinal, quem é este que não queria viver mais de 100, 200 anos?

Neste texto vamos desmistificar este fascínio que esta e outras histórias de suicídio exercem sobre os pensadores.

Só se Mata não Conhece a sua Origem Eterna

Não é fácil viver num mundo onde tudo é mentira. Avida é falsa pois está fora da natureza divina, as ilusões são o maior brilhante do dia, o sofrimento é reinante e cometer suicídio parece uma boa saída.

Mas não é. Em Romeu e Julieta e em outras tantas histórias de amor depois dela, o paradigma se repete.

Um amor, um sacrifício em nome da paixão, isso não é louvável. O amor verdadeiro liberta, não condena.

O amor verdadeiro é puro, limpo e perfeito.

As relações problemáticas retratadas em cinemas e na literatura são um reflexo da falta de perspectiva entre jovens e adultos.

O amor saudável é de companheirismo, cumplicidade, fraternidade e bondade.

A compreensão e a paciência são características de um grande amor, um amor de verdade que sobrevive ao dia a dia.

O ato de cometer suicídio, que é erroneamente fomentado, alimentado pelos autores de livros e filmes, é algo muito errado a se fazer.

Afinal, já existem várias tragédias em nossas vidas diárias.

Uma vida que não tem substância real. Ninguém pode ter plenitude na vida de matéria. Repare no seguinte: o corpo do ser humano tem a condição de doença material.

Basta não tomar o remédio, que é o alimento dado pela natureza, que a vida se acaba.

Não precisa nem tentar tirar a própria vida que a nossa precária condição material, no tempo certo, determinado pela natureza, vai fazer todo o serviço naturalmente. Não tira a sua vida jamais, isso é totalmente contra as leis naturais da natureza.

É um crime contra a nossa mãe natureza.

A vida de matéria é um conjunto de ruínas reunidas que por si mesma se destrói.

Ela tem início, meio e fim, diferente da vida verdadeira, que é de energia de massa cósmica pura, limpa e perfeita. Na verdade, cometer suicídio é um ato de covardia dos maiores que podem ser praticados. Devemos enfrentar as dificuldades, custe o que custar.

Devemos ser fortes, ser guerreiros e sempre seguir em frente. Sempre.

A Vida Verdadeira não se Acaba Jamais

Tentar se matar é algo temeroso.

Ninguém pode tirar sua própria vida, pois a vida tem dono.

E a dona de vida é a natureza. Somente ela é que pode tirar a vida dos seres humanos, dos animais e dos minerais.

E ela faz isso naturalmente no tempo certo.

Ninguém pode se matar.

Todos, por mais que saibamos que esta vida não é verdadeira, devem ter calma, paciência e cumprir o tempo determinado pela natureza de permanência neste mundo de matéria.

E qual é o tempo de cada um? Viva para saber.

Simples assim.

A vida é como se fosse um rosário, como aquele que os católicos usam para contar suas orações.

A vida de matéria é um rosário, mas um rosário de contas.

Cada uma destas contas tem um passado, um período da vida dos viventes.

E cada passado tem seus períodos bons e maus.

Quando alguém comete suicídio, os planos que a natureza tinha para aquela pessoa são alterados.

Na verdade, as contas, ou demandas, que aquele pessoa tem permanecem, mesma com o suicídio.

Mas se aquela pessoa, que se matou com 20 anos, teria que viver mais cinquenta anos na matéria, com certeza ela não vai melhorar de situação aí por cima, na realidade energética.

Na verdade, é público e notório que os suicidas não vão para um bom lugar após a morte. Isto entre os espíritos é fato público e notório e eles estão certíssimos.

A vida de matéria tem seu rosário de contas e os seres humanos devem ter paciência para cumprir os desígnios maiores, que são determinados antes mesmo de seu nascimento nesta vida: são determinados pela natureza, que é a dona de todas as vidas.

Sobre 

Luiz é estudante de Cultura Racional dos Livros Universo em Desencanto, jornalista e rapper. Ouça nosso rap e baixe gratuitamente no Soundclod: https://soundcloud.com/filhosdoracionalsuperior

    Find more about me on:
  • facebook
  • youtube

Compartilhe!