RAP DOS FILHOS DO RACIONAL SUPERIOR DIVULGA A CULTURA RACIONAL DOS LIVROS UNIVERSO EM DESENCANTO

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Leia a matéria que o site UOL publicou em 03/12/2015 sobre o rap dos Filhos do RACIONAL SUPERIOR: http://entretenimento.uol.com.br/noticias/redacao/2015/12/03/inspirada-em-tim-maia-grupo-de-rap-esoterico-anuncia-chegada-de-ovnis.htm

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Recentemente, o site da Revista Billboard publicou reportagem explicando o rap dos Filhos do Racional Superior.

O texto abaixo foi originalmente publicado no site Rap Nacional e conta a história do Luiz Rodrigues, estudante de Cultura Racional que, junto com seu irmão Ricardo, criou os Filhos do Racional Superior.

 

“Hoje eu vou contar como comecei a fazer rap e como o livro Universo em Desencanto mudou a minha vida”

“Hoje eu vou contar como comecei a fazer rap e como o livro Universo em Desencanto mudou a minha vida.

Meu nome é Luiz, tenho 34 anos e sou jornalista e estudante de Cultura Racional, há oito anos. Nasci em São Paulo, mas moro no Rio de Janeiro.

Quando conheci a Cultura Racional estava no meio de um longo caminho de evolução espiritual que começou logo após a morte do meu pai em 1998.

Entre noitadas sem fim, tristeza, revolta e dúvidas de um adolescente que acabara de perder seu herói numa dura morte por cirrose, hoje vejo que o ponto mais alto desta busca por entender os mistérios da vida e morte foi quando decidi, numa tarde qualquer, pegar uma filmadora e sair para viajar com uma mochila nas costas para a pequena Alto Paraíso, cidade escondida num vale na Chapada dos Veadeiros, em Goiás.

A ideia era filmar um documentário com depoimentos de pessoas envolvidas nas histórias fantásticas de seres evoluídos, energias de outras dimensões cósmicas.

Eu tinha ouvido relatos na Internet de moradores, místicos e turistas que visitavam a cidade atraídos por uma enorme placa geológica, de milhões de toneladas de cristal de quartzo, que existe no subsolo de Alto Paraíso e irradia luz funcionando como uma verdadeira antena cósmica natural.
Hoje sei que, no fundo, o que eu buscava mesmo era entender o lado sobrenatural da vida. Queria compreender a realidade energética, espiritual, astrológica, cósmica e transcendental de que, hoje sei, fazemos parte por natureza.

Pois somos feitos por esta natureza e dependemos dela para viver. Acredito que desvendar o mistério da morte sempre foi um dos maiores dilemas da humanidade. E aquela era minha oportunidade.

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Alto Paraíso de Goiás: toneladas de cristal de quartzo no subsolo formando antena cósmica natural.

Nesta jornada espiritual, já havia lido livros espíritas de Allan Kardec, como o Livro dos Espíritos, e do antropólogo Carlos Castañeda, como A Arte do Sonhar.

Este último virou meu livro de cabeceira por meses pois dizia que deveríamos nos esforçar para olhar para as nossas mãos nos sonhos.

O objetivo era treinar a chamada atenção sonhadora para nos prepararmos para entrar em contato com os seres inorgânicos de outras dimensões.

Dimensões estas que permanecem ocultas do ser humano, que vive uma vida de lutas e preocupações, onde o sofrimento é o maior brilhante do dia. E eu acreditava que, desta forma, poderia falar com meu pai.

O artesão, o pé-de-manga e a origem do universo

Meu primeiro dia em Alto Paraíso foi marcante. Cheguei na cidade sem conhecer ninguém e me instalei num pequeno hotel de beira-de-estrada.

Não perdi tempo. Sentia que algo grande estava por vir. E estava certo. Com a filmadora em mãos, comecei a andar pela cidade e observar quem poderia me falar sobre os tais encontros com seres de outras dimensões.

Hoje vejo que tive mais do que sorte. Logo avistei na rodoviária da cidade, que ficava perto do meu hotel, um jovem artesão que me chamou atenção. Magro, barbudo e sério, Juarez, com seus vinte e poucos anos, tinha uma deficiência num dos braços que não o impedia de fazer seu artesanato com habilidade incomum.

Ele estava sentado em frente a um pano simples estendido no chão onde vendia seus colares e pulseiras feitas com sementes, frutos e penas de pássaros do cerrado.

Me aproximei elogiando seu trabalho, que era muito original e colorido. Após algumas palavras, me apresentei como um jornalista e pedi a ele para me contar sua história.

Tive a impressão de que ele trazia em seu olhar e na fria expressão do seu rosto, coberto pela barba por fazer, as marcas de quem havia, depois de muito sofrimento e desilusão, finalmente encontrado sua paz naquele lugar.

Dias depois, soube que Juarez, quando morava em Curitiba, perdeu o movimento do braço após sofrer um acidente de moto e decidiu mudar de vida, abandonando o ritmo frenético da cidade grande para buscar um refúgio de paz e tornar-se um dos grandes artesãos de Alto Paraíso.

Já era final da tarde e um vento calmo que vinha de longe trouxe consigo um pressentimento. Senti um frio na barriga.

Novamente me veio a sensação singular de que a vida estava prestes a me revelar o que eu sempre buscava. Fiquei ansioso.

O ônibus, que vinha todo dia de Brasília, acabara de chegar, deixando alguns cachorros vira-latas agitados e latindo mais do que o normal.

Depois de um dos cachorros passar correndo por cima do seu artesanato, Juarez sugeriu gravar a tal entrevista debaixo de um pé-de-manga que existe ali perto.

Entre um cigarro e outro, Juarez falava com extrema naturalidade sobre como nossa moderna sociedade parecia perdida, vivendo uma vida de aparências e ilusões.

Falou que vida de matéria não poderia ser a vida verdadeira pois se a vida fosse verdadeira ninguém a perderia.

Lembro como se fosse hoje quando ele disse que o ser humano era o maior parasita que existe na Terra pelos crimes hediondos que pratica contra as leis naturais.

“É um vago bicho sem destino, que nasceu sem saber por que e nem para quê”, falou. Suas palavras eram certeiras e soavam como um alerta de que algo maior ainda estava por vir.

Juarez transmitia suas ideias com clareza e precisão, numa simplicidade e humildade que me fazia lembrar dos monges budistas.

Sobretudo quando ele lembrou do Dalai Lama dizendo que os homens “perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem dinheiro para recuperar a saúde.

E por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem do presente de tal forma que acabam por não viver nem o presente nem o futuro. E vivem como se nunca fossem morrer. E morrem como se nunca tivessem vivido.”

Naquele pôr-do-sol debaixo do pé-de-manga, enquanto ouvia suas palavras olhando fixamente os tons de rosa e laranja das nuvens no horizonte, notei um pequeno pássaro nos olhar do chão.

Por um momento, parecia estar ouvindo as palavras do artesão: lembrei de uma poesia que li num dos livros do Castañeda, que o antropólogo atribui a um poeta anônimo.

“Somente um sino e um pássaro quebram a quietude. Parece que os dois conversam com o Sol poente. Silêncio colorido de ouro, a tarde é feita de cristais.

Uma pureza errante agita as árvores frescas. E além de tudo isso, um rio transparente sonha que, correndo entre pérolas, se liberta e flui para o infinito.”

Eu ouvia aquilo tudo quieto, me perguntando como alguém tão jovem poderia saber tanto sobre o que sempre eu havia buscado.  Quem te contou isso tudo, perguntei.

“Sou estudante de Cultura Racional e todo estudante sabe disso”. Mas o que é Cultura Racional? É religião? “Não, Luiz. Não é religião, nem seita ou doutrina. É a cultura da natureza.

É um conhecimento natural, vindo do nosso verdadeiro mundo de origem, o Mundo Racional. Não é contra ninguém, é a favor de tudo e todos. Basta você ler o livro Universo em Desencanto.”

Lembro de ter ficado tão chocado com a palavra Universo em Desencanto que, ao ouvi-la, desliguei a filmadora e peguei uma caneta que tinha na mochila para anotar num maço de cigarros o nome do Livro.

Dali em diante, Juarez, que era estudante de Cultura Racional há apenas alguns meses, me explicou com calma e paciência, de um verdadeiro amigo que acabara de conhecer, que o Livro Universo em Desencanto é um conhecimento transcendental que ultrapassa todas as expectativas do saber humano e que desvenda os mistérios da natureza, visível e invisível, e do animal Racional de forma lógica, simples e clara.

Ricardo, Luiz e o produtor, DJ e cantor Igor Muniz no "Mutirão Cultural na Quebrada", promovido pela comunidade da Vila São José, na zona oeste de São Paulo

Ricardo, Luiz e o produtor, DJ e cantor Igor Muniz no “Mutirão Cultural na Quebrada”, promovido pela comunidade da Vila São José, na zona oeste de São Paulo

Hoje, após conhecer a minha verdadeira origem na Cultura Racional, divulgo com meu irmão Ricardo as mensagens do RACIONAL SUPERIOR no nosso rap.

Ritmo e poesia naturais da natureza que humildemente fazemos como a mais pura forma de gratidão que pudemos encontrar para agradecer à Mãe Natureza, ao Astral Superior e ao Mundo Racional.

Fazemos rap por gratidão. É o nosso dever de amar ao próximo como a si mesmo e fazer o bem sem ver a quem. Fazemos rap por gratidão por termos descoberto, com base e lógica, que este mundo de matéria não é o verdadeiro mundo de origem.

Somos todos de origem cósmica, mas nos encontramos degenerados — por fatores naturais da deformação material — do nosso estado natural de corpos de energia de massa cósmica pura, limpa e perfeita, habitantes do nosso verdadeiro Mundo de Origem, o Mundo Racional.

Assim, para cumprir com esta missão de divulgação da Cultura Racional, Ricardo e eu criamos em 2012 a dupla de rap chamada Filhos do RACIONAL SUPERIOR. Desde então, lançamos três discos, num total de 34 músicas inéditas em português, e três em inglês.

O último disco, chamado FRS RAP, vem com 14 faixas e foi lançado em 2015 na programação da rádio da comunidade da Rocinha, no Rio de Janeiro.

E surpreendeu meu amigo Ocimar Santos que, além de fundador da Rádio Rocinha, já escreveu mais de 400 músicas entre sambas-enredo, rap e MPB. “Nunca ouvi nada parecido com o rap de vocês. E olha que eu ouço muito rap dos moradores da comunidade. Tem uma energia diferente neste som.”.

Destacamos neste mais recente disco as faixas Sua Mente Mente, falando da vida vazia dos tempos modernos, e Universo em Desencanto, onde explicamos o que é o livro e como acontecerá a volta do animal Racional ao seu Mundo de Origem, o Mundo Racional, através do desenvolvimento do raciocínio.

Na faixa Rap Racional, falamos do objetivo do rap que fazemos, inspirado pela energia Racional, que é trazer paz, equilíbrio, concórdia e amor a um mundo onde tudo que é sólido parece desmanchar no ar. E no rap Destino Final,

Ricardo faz uma homenagem a um grande estudante de Cultura Racional que deixou a matéria em junho deste ano: Luiz Melo, vulgo Brasília, que nos deixará saudades por sua conduta e amizade.

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Luiz e Ricardo na divulgando a Cultura Racional na Galeria do Rap, em São Paulo

A produção das bases, mixagem e masterização dos dois primeiros discos que lançamos em 2012 e 2014 foi feita pelo produtor e amigo Igor Muniz.

No terceiro disco, o produtor Igor Muniz fez apenas mixagem e masterização e, por questões de agenda, optamos por utilizar bases de uso livre, liberadas na Internet para utilização desde que não seja para fins comerciais. Mesmo assim, fizemos uma seleção de bases com diversas referências aos anos 70.

Hoje, temos um novo integrante: o guitarrista Lucas Carneiro que veio trazer suas influências rock and roll para o nosso trabalho Racional.

Desde o lançamento do nosso primeiro disco em 2102, Ricardo e eu distribuímos pessoalmente e gratuitamente mais de nove mil CDs em divulgações que fazemos aos domingos com centenas de estudantes de Cultura Racional em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Neste compromisso que firmamos por pura gratidão com o Mundo Racional, Ricardo e eu compramos e gravamos CDs manualmente em nossas casas e divulgamos nosso rap para todos que cruzarem nossos caminhos.

Em paralelo, fomos fraternalmente abraçados por lojas especializadas em rap como Discool’ Box, Via Hip-Hop e Beatz, na Galeria do Rap em São Paulo, que nos ajudam distribuindo, também gratuitamente, os CDs.

Lançado apenas entre os estudantes de Cultura Racional em janeiro de 2012, nosso primeiro disco chamado Rap traz 10 faixas que explicam o que é a Cultura Racional e por que a Causa da Violência é a paralisação do pensamento.

Destaque para o rap Cultura do Cosmo, mostrando que o objetivo da Cultura Racional é ligar o ser humano ao seu verdadeiro Mundo de Origem, o Mundo Racional, pelo desenvolvimento do raciocínio, através da leitura do livro Universo em Desencanto.

No rap Cavaleiro da Concórdia, há detalhes da vida do Sr. Manoel Jacintho Coelho no Rio de Janeiro dos anos 30.

Este rap foi feito tendo por base o livro escrito pelo jornalista Jorge Elias chamado Cavaleiro da Concórdia e conta da vida do homem que, tocando violão de sete cordas na boemia da Lapa dos anos 20 e 30, conviveu com Ismael Silva, Jacob do Bandolim, Pixinguinha, Paulo da Portela, Aristides Jr de Oliveira, vulgo Moleque Diabo, Cartola, Nelson do Cavaquinho, entre outros. Foi ainda confidente de Getúlio Vargas, que frequentava as sessões da TEFA – Tenda Espírita Francisco de Assis, da qual Manoel era presidente até outubro de 1935, quando entrou a Fase Racional e recebeu ordens de fechar o dito centro espírita.

Em Dias Melhores Virão, nosso segundo álbum lançado em 2014, destacamos a faixa De Onde Viemos, onde falamos da verdadeira origem de humanidade em vinte e uma eternidades.

E no rap Obras Primas há trechos inéditos da primeira mensagem ditada na Tenda Espírita Francisco de Assis, onde surgiu a Cultura Racional, em 04 de outubro de 1935.

O vídeo acima mostra uma apresentação que fizemos no evento “Mutirão Cultural na Quebrada”, promovido pela comunidade da Vila São José, na zona oeste de São Paulo. Abaixo, uma homenagem feita ao cantor Chorão que foi escrita, produzida e lançada no dia de sua morte.

 

CULTURA RACIONAL, A CULTURA COSMO, DO MUNDO RACIONAL, AGORA NA TERRA

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Nosso rap divulga a Cultura Racional, contida nas brilhantes páginas do Livro Universo em Desencanto, que é o conhecimento da origem do ser humano.

De onde ele veio, como veio, porque veio e o retorno à sua origem.

Mostra como o homem voltará ao seu estado natural de ser Racional puro, limpo e perfeito, ligando o ser humano ao seu verdadeiro Mundo de Origem, o MUNDO RACIONAL.

Tudo isto através das mensagens do RACIONAL SUPERIOR, um Ser Extraterreno, publicadas nos Livros “UNIVERSO EM DESENCANTO”.

É a cultura natural da natureza. Um conhecimento da nova fase em vigor na natureza, a Fase Racional. A Era da Razão. A fase do desenvolvimento do Raciocínio.

Esclarece a verdadeira definição de tudo e de todos, de princípio a fim, do pensamento concreto, científico, normal, matemático e/ou Cartesiano.

Não se trata de religião, seita, filosofia, ciência ou espiritismo. Porém aborda todos os aspectos envolvidos nestas áreas do conhecimento humano.

Desta forma, esclarece e completa a devida continuação desses, uma vez que revela a base da origem de tudo aquilo que o homem sempre procurou notadamente: a definição de seu ser e de todos os seres.

Os conhecimentos Racionais contidos nos Livros UNIVERSO EM DESENCANTO emanam-se de uma nova Energia no Universo, a Energia Racional.

Uma energia extra-cósmica, da verdadeira origem da vida e do Universo. E com a leitura dos livros a pessoa entra em contato com essa nova Energia que está governando a Natureza, a Energia Racional.

E todos sem o menor esforço, muito naturalmente, serão orientados em tudo, recebendo as orientações precisas e necessárias para o seu perfeito equilíbrio moral, físico e financeiro, dentro dos seus próprios lares ou onde estiverem.

Portanto, não há necessidade de frequentar lugar algum como templos, sinagogas, igrejas ou casas de pregação.

A pessoa passará a ter com quem contar e onde se agarrar. Serão favorecidos pela força maior do mundo que é a natureza e pelo Poder Supremo do seu mundo de origem, o MUNDO RACIONAL.

Tudo isso por estarem se ligando à nova fase da natureza e vivendo a favor dessa nova fase da natureza, a Fase Racional para o desenvolvimento do raciocínio.

O Raciocínio está localizado na Glândula Pineal ou Epífise, no Istmo do Mesencéfalo. É a razão da vida e tem todo o mapa da formação deste Universo e sua criação.

É o maior potencial do ser humano. É a terceira máquina do cérebro que ainda não foi desenvolvida, a parte central do cérebro.

As outras duas partes do cérebro que já foram desenvolvidas são: o pensamento e a imaginação.

Desenvolvidos através de duas forças ou mecanismos feitos pela natureza – as energias elétrica e magnética. Essas duas energias contribuíram para preparação e desenvolvimento da humanidade até alcançar a fase da civilização.

A CULTURA RACIONAL, nascida em 4 de Outubro de 1935, no Rio de Janeiro – Brasil – é um movimento cultural, pacífico e sem fins lucrativos. Interage nos diversos segmentos da sociedade civil com a missão de levar a Paz, o Amor, a Fraternidade e Concórdia Universal.

Empenha-se, desde o início, no compromisso de solidariedade humana através de várias atividades. Destacam-se: projetos humanitários, educacionais, sociais e ambientais; participações em eventos nacionais e internacionais; desfiles cívicos; bienais de livros; eventos musicais; festividades em comunidades; caravanas; palestras; conferências, etc.

(Fonte: Prospecto e Dossiê Cultura Racional, Hist. 8º, 175º)

Saiba mais no site oficial da Cultura Racional: www.culturaracional.com.br

Rap: A Causa da Violência é a Paralisação do Pensamento

Vídeo do rap “A Causa da Violência”

No rap que descrevemos a causa da violência como sendo a paralisação do pensamento, nosso o objetivo é mostrar através do ritmo e poesia que a natureza mudou de fase em 1935. Neste artigo você vai ficar sabendo porque a natureza mudou de fase e porque e o hip hop tem um papel fundamental para a conscientização definitiva da humanidade. Vamos falar da origem do rap e do hip hop. Se fosse uma equação matemática seria “hip hop = rap + mc + dj + b boy”.

O rap veio da Jamaica nos anos 60. Nasceu nas ruas de grandes favelas como Kingston, que era dominada por traficantes de drogas e assaltantes. Haviam ali bailes com a primeira noção de mestres de cerimônias, os primeiros MC’s da cultura hip hop. Estes caras falavam sobre drogas, violência e a realidade cruel das ruas. Dez anos depois, nos anos 70, o DJ Kool Herc, bastante conhecido na Jamaica, deixou a ilha rumo às oportunidades de Nova Iorque, nos Estados Unidos. Não demorou muito para os bailes que aconteciam nas ruas de Kingston tomassem as calçadas abarrotadas de gente da grande cidade. E o resto é história. E segue o hip hop firme e forte.

O Pensamento Nasceu e Morreu

rap e grafiti do hip hopComo atitude de contestação e conscientização, o rap, e o hip hop em geral, não poderiam deixar de estar presentes nas rimas, batidas e samples dos Filhos do RACIONAL SUPERIOR. As guerras, o terrorismo, a falta de respeito, as brigas, os desentendimentos, toda esta discórdia que vemos pelo mundo afora, tem um causa. Um cara que fez um som bem legal sobre a Cultura Racional foi o Tima Maia com aquele belo disco chamado Tim Maia Racional.

No rap dos Filhos do RACIONAL SUPERIOR chamado “A causa da Violência” há uma explicação detalhada da causa da violência. Quando o rapper Ricardo da Paz abre a música falando “O verdade amor é puro e perfeito / A Cultura Racional é da nova / Espalhe o amor, abrace seu irmão / O verdadeiro amor vem da razão”.

Este rap é muito forte e não é para qualquer pessoa ouvi-lo. O verdadeiro amor é como a verdadeira vida. Se a matéria fosse a vida verdadeira, ninguém a perderia e todos seriam eternos. E por a matéria não ser a vida verdadeira, esta é a causa de existir as transformações da natureza. O que todos chamam de morte, na verdade, é uma transformação natural da natureza.

Este rap é um ponto fundamental no trabalho dos Filhos do RACIONAL SUPERIOR. A Cultura Racional explica com base e com lógica que a causa da desregulagem de tudo, a causa do desequilíbrio de tudo ocorre por ter terminado a fase do pensamento. Assim como tudo que existe no mundo de matéria tem princípio e tem fim, com o pensamento não podia ser diferente. O pensamento teve o seu início e chegou ao seu fim. A causa deste grande desequilíbrio mundial é o término do pensamento.

Quando Ricardo da Paz canta “Ninguém pode ir, contra a natureza / Não existe nada como a sua grandeza / Se eu tenho sentimento ela tem também / O importante nessa vida é fazer o bem sem ver a quem”, o ritmo e a poesia encontram-se com a super consciência. O raciocínio toma a palavra e explica que a humanidade vive artificialmente.

O Rap do Equilíbrio Natural da Natureza

E para que todos, para todas as tribos de todas as cidades do mundo encontrem equilíbrio, devem o mais rápido possível conhecer a fase natural da natureza, que é a Fase Racional. O conhecimento de Cultura Racional é a base do rap dos Filhos do RACIONAL SUPERIOR. A cultura hip hop nunca mais será a mesma. Afinal,vivemos num mundo em transformações.

grafite de rap na cultura hip hopE vive a maioria dos povos valorizando a matéria acima do amor, da fraternidade, da amizade e do companheirismo. As jóias, os carros, as casas, bonés, relógios, enfim, vivem todo ambicionando tudo quando é de material. E por viverem artificialmente, todos vivem contra a natureza, sobretudo nas grandes cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Belo Horizonte e Recife. E o hip hop Racional fala sobre isso: evolução, consciência e bondade. Rap Racional é Cultura Racional, natural da natureza.

E para que todos encontrem o equilíbrio de tudo, têm que conhecer a natureza e a Fase Racional. O mundo já passou por uma infinidade de fases e está passando agora pela Fase Racional, a última fase da vida matéria, onde toda a humanidade vai conhecer o mundo de sua raça, o MUNDO RACIONAL, e saber como voltar para ele.

O pensamento parou de funcionar porque terminou a sua fase. E por isso pararam as mentes, parou a regulagem e ficaram desregulados. E depois de desregulados veio a violência. A causa da violência é a paralisação do pensamento. O enfraquecimento do pensamento causou o desequilíbrio dos pensadores, sofredores e mortais. Causou a falência moral, física e financeira. E todo esse desequilíbrio causou o desrespeito. O desrespeito causou a violência. A violência causou o terror. O terror causou as guerras. E as guerras causaram esta mortandade que se vê pelo mundo afora.

Isso acontece porque o pensamento e a imaginação nunca conseguiram equilibrar ninguém. Enquanto o pensamento estava em vigor, dentro da sua fase, todos os pensadores viviam mais ou menos regulados. Depois que a natureza mudou de fase em 1935, todos ficaram completamente desregulados. A humanidade não percebeu a mudança de fase por viver artificialmente e, por isso, vive contra a natureza.

O Princípio e o Fim do Mundo

O Livro Universo em Desencanto é a luz verdadeira do animal Racional. Trata-se de um conhecimento natural da natureza. É o conhecimento de retorno da humanidade ao seu verdadeiro Mundo de Origem, o MUNDO RACIONAL, que é o que faz a ligação do ser humano ao MUNDO RACIONAL. É o conhecimento que detalha de onde todos vieram e para onde todos vão. Como vieram e como vão.

O rap dos Filhos do RACIONAL SUPERIOR explica na música “Cultura do Cosmo” que a Cultura Racional é o conhecimento da origem do ser humano e deste universo que permanecia encantado, trancado a sete chaves. A Cultura Racional não é seita, religião, filosofia ou ciência. É a verdade das verdades. Chegou na Terra em 1935 num centro espírita chamado Tenda Espírita Francisco de Assis, no Rio de Janeiro.

Na ocasião, o presidente do dito centro espírita, Sr. MANOEL JACINTHO COELHO, pessoa ligada aos habitantes do Astral Superior, recebeu ordem para fechar o centro pois o mundo entraria numa nova fase. E assim foi feito. E o Sr. MJC passou a receber as mensagens dos Livros Universo em Desencanto, transmitidas pelo RACIONAL SUPERIOR, um raciocínio superior a todos os raciocínios, entidade habitante do MUNDO RACIONAL, o nosso verdadeiro Mundo de Origem.

O hip hop é cultura de contestação. O hip hop Racional é cultura extraterrestre.

Encontre o Livro Universo em Desencanto e conheça a verdadeira origem da humanidade.


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